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ATENÇÃO!!!! Informativo sobre a Vacinação H1N1

Sistema Único de Saúde – Secretaria Municipal de Saúde de Goiás/ GO

Gabinete do Secretário, Diretorias de Vigilância e Atenção e Assistência à Saúde, Núcleo de Vigilância Epidemiológica

Goiás/ GO, maio de 2017.

 

Ao cumprimentar a toda a população vilaboense, todos os aqui residentes e conjunto de instituições públicas e privadas aqui sediadas, trazemos informações relevantes sobre a vacinação da Influenza, especialmente Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), onde temos a Gripe conhecida pelo tipo H1N1.

Influenza é doença de elevada transmissibilidade, com tendência a disseminar-se rapidamente. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, boca, olhos, nariz.

A Síndrome Gripal (SG) caracteriza-se por febre de início súbito, acompanhada de tosse ou dor de garganta e, pelo menos, um dos seguintes sintomas: cefaléia (dores de cabeça), mialgia (dores musculares) ou artralgia (dores nas articulações). Em casos mais graves pode demandar hospitalização, quando é denominada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

 

Vacinação 2017

 

Visando reduzir complicações, internações e óbitos por infecções causadas pelo vírus da Influenza na população-alvo (a que tem maior risco por ter maior vulnerabilidade em seu sistema imunológico) e seguindo as orientações técnicas do Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS), informamos por esta nota sobre a dinâmica de vacinação que será adotada em 2017.

Como é comum, esta época do ano é marcada pela Vacinação contra Influenza que produz imunização contra tipos de vírus circulantes de gripe, especialmente das denominadas Síndromes Respiratórias Aguda Grave (SRAG) que requer bastante atenção das equipes de trabalho e da população em geral para sintomas respiratórios neste período endêmico.

As principais delas são:

– Influenza A/ H1N1;

– Influenza A/ H3N2; e

– Influenza B.

 

Vale ressaltar que a aquisição das doses da vacina é feita pelo Ministério da Saúde e distribuída aos municípios pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

O público-alvo considerado de risco, de acordo com Informe Técnico do Ministério da Saúde são:

 

– Crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos;

– Gestantes (independente da idade gestacional);

– Puérperas (mulheres que deram a luz, até o 45º dia após o parto);

– Trabalhadores de Saúde;

– Povos Indígenas;

– Indivíduos com 60 anos de idade ou mais;

– Professores em atividade;

– População privada de liberdade – jovens em medidas sócio educativas e adultos;

– Funcionários do sistema prisional;

– Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independente da idade (conforme indicação do Ministério da Saúde, em conjunto com sociedades científicas).

A apresentação da prescrição médica será obrigatória para o grupo de co-morbidade, durante a campanha.

 

O quadro abaixo apresenta relação dos grupos prioritários, por condições crônicas ou outras condições clínicas especiais:

 

Categoria de risco clínicoIndicações
Doença respiratória crônicaAsma em uso de corticóide inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);

DPOC;

Bronquiectasia;

Fibrose Cística;

Doenças Intersticiais do pulmão;

Displasia broncopulmonar;

Hipertensão arterial Pulmonar;

Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.

Doença cardíaca crônicaDoença cardíaca congênita;

Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;

Doença cardíaca isquêmica;

Insuficiência cardíaca.

Doença renal crônicaDoença renal nos estágios 3,4 e 5;

Síndrome nefrótica;

Paciente em diálise.

Doença hepática crônicaAtresia biliar;

Hepatites crônicas;

Cirrose.

Doença neurológica crônicaCondições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;

Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;

Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;

Deficiência neurológica grave.

DiabetesDiabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
ImunossupressãoImunodeficiência congênita ou adquirida

Imunossupressão por doenças ou medicamentos

ObesosObesidade grau III (mórbida).
TransplantadosÓrgãos sólidos;

Medula óssea.

Portadores de trissomiasSíndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, Sídrome de Wakany, dentre outras.

Fonte: Ministério da Saúde

 

O município de Goiás possui em torno de 6.000 pessoas no público-alvo, segundo estimativa do Ministério da Saúde.

A Vacinação será iniciada em 17/4/2017 e tem o seguinte cronograma:

 

– 17 a 20/4/2017 – Trabalhadores da Saúde;

– 24 a 28/4/2017 – Idosos;

– 02 a 05/5/2017 – Gestantes, puérperas e crianças;

– 8 a 12/5/2017 – Co-morbidades;

– 15 a 19/5/2017 – Professores – a partir da apresentação de documento comprobatório (contra-cheque referente ao mês de fevereiro/2017);

– 22 a 26/5/2017 – demais grupos prioritários.

 

Maiores Informações:

Secretaria Municipal de Saúde do município de Goiás/ GO – 3371-7750.

Núcleo de Vigilância Epidemiológica do município de Goiás/ GO – 3371-7704.

 

Unidades Básicas de Saúde mais perto de sua residência – pontos de vacinação:

  1. UBS Tasso de Camargo (Setor Aeroporto)
  2. UBS Altair Veloso (Setor Bacalhau)
  3. UBS Maria de Jesus Morais de Moura-Luia (Setor João Francisco)
  4. UBS Aylton da Silva Oliveira (Centro de Saúde- ao lado do SAMU)
  5. UBS Odilon Santana de Camargo (Vila Lions/ Santa Bárbara)
  6. UBS Antônio Ferreira Pinto- Véi Nico (Águas de São João)
  7. UBS Calcilândia
  8. UBS Colônia de Uvá
  9. UBS Barra/ Buenolândia.

 

Regional de Saúde Rio Vermelho da Secretaria Estadual de Saúde no município de Goiás/ GO – 3371-1215/ 3371-2008.

Disque Saúde, Ministério da Saúde: 136

Fonte: http://www.prefeituradegoias.go.gov.br/2017/05/03/atencao-informativo-sobre-a-vacinacao-h1n1/


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