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Rio-2016 admite cortes em alimentação e energia após emergência na Vila

O Comitê do Rio-2016 admitiu que terá de excluir itens do seu orçamento após gastos extras para reparos da Vila Olímpica, provocados pela insatisfação de delegações. Os itens afetados devem ser alimentação e algumas instalações: será preservado

"Tivemos muitas coisas não previstas na última semana. E portanto para caber no orçamento tivemos que excluir outras coisas para equilibrar", afirmou o CEO do Comitê do Rio, Sidney Levy. Em seguida, pressionado por perguntas, ele se retirou correndo do congresso. 


Em seguida, o diretor de comunicação do Rio, Mario Andrada, explicou houve cortes em alimentação e energia. Era obrigatório que houvesse dois backups de energia, além da rede normal. Agora, os Jogos só devem ter um.


"A gente excluiu algumas coisas de alimentação, a gente redistribuiu. A gente eludiu em energia. Deu uma segurada. A gente tem dois planos de segurança e excluiu um, arriscou um pouco mais. E agente deu uma reduzida em algumas contratações", afirmou Andrada. "Uma hora a pressão é por serviços e outra por orçamento." 


Segundo ele, há enorme pressão por aumento de gastos de orçamento, mas o comitê tem que ter controle para não exigir compensações dos cofres públicos. Pelo contrato, a prefeitura do Rio e o Estado teriam de cobrir déficit. O diretor de comunicação diz que, por enquanto, isso não será necessário.


Mas não haverá dinheiro extra do COI. O que pode ocorrer é que o comitê antecipe pagamentos para manter o fluxo de caixa do comitê.


"O problema agora é manter o orçamento equilibrado com uma pressão de coisas que precisam ser feitas e que custam dinheiro. Por exemplo, teve um princípio de incêndio no prédio da Austrália, e pediram bombeiro. Não dá tempo para discutir quanto custa a segurança, quanto custa bombeiro", completou Mario.


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